A expo incrível do Escher fica no CCBB – SP até julho… Cola lá!
São Paulo
Já expressei algumas vezes, mas sempre no meio de assuntos mais relevantes. Porém acho que essa minha indignação merecia um post exclusivo.
São Paulo é São Paulo. É SP. É a cidade da garoa, em respeito aos velhos Demônios. E só. Acabam-se ai os nomes e apelidos da minha cidade. Sim, porque ela é minha. É minha há quase 34 anos. E isso me dá direito por uso capião de instituir que, prestem muita atenção, São Paulo não é Sampa!
Assim como o Rio de Janeiro, é Rio ou RJ e não Rioja. São Paulo não é Sampa! Troço feio essa coisa de Sampa. Jura mesmo que uma cidade cosmopolita como a minha combina com esse nome feio?
Não sei de onde veio esse apelido que mais parece coisa de bullying lá nos idos de 1567 (menos 1554 = 13 anos) quando a cidade começou a ser habitada por além jesuítas e o fortão da escola chegou. Porque, sério, SAMPA é sacanagem.
SAM-PA. De onde vem esse M, meu Deus!!!!
Dei uma pesquisada pra tentar descobrir de onde veio esse apelido e não achei. Queria bater na porta desse fulano e agradecer por tão tosca criação. Mas não achei nada pré-Caetano e seu “alguma coisa acontece no meu coração”. Se alguém tiver alguma informação mais histórica, agradeço.
Das descobertas vieram:
- gênero de palmeiras dos lugares pantanosos do Norte da América do Sul, em especial da Guiana – GUIANA, logo ali né, na esquina da Paulista. Tudo a ver.
- uma deusa pagã dos Alpes Orientais. – AAAAAAAAA… hã?
- uma cidade de Gana
Assim, convido a se juntarem na campanha:
São Paulo não é Sampa!


